O AfroTrap de Samora N'zinga

Samora começou no rap para difundir idéias e verdades. Hoje canta sobre a felicidade que está acessível a todos que procurarem suas raízes.



No começo de sua carreira, Samora N’zinga via no rap uma oportunidade para popularizar suas convicções. Seu primeiro disco, Primeiro Plano, reflete essa vontade e os altos e baixos da vida em uma metrópole brasileira. É um trabalho denso, cheio de referências, tanto ideológicas quanto das vivências de rua da cidade de Belo Horizonte. Já no seu segundo disco, Samora convoca o público se lembrar de suas raízes, falando sobre ancestralidade a partir de uma perspectiva prática, íntima e alegre. É uma dança sob a linha tênue entre compartilhar suas verdades e refletir sobre o processo de ir ao encontro destas, sem a necessidade de defendê-las como absolutas. Inspirar sem impor.


A verdade de Samora passa por ruas e viadutos, mas também por beiras de rio, pelo Arquipélago de Bazaruto, pela fé dos negros Bantu e pelas alegrias simples da vida, como o abraço de sua mãe. O resultado é um trabalho híbrido, maduro e provocativo, que se usa de uma linguagem Panafricanista, o Afro Trap, para estabelecer diálogos com o dub, o funk, o samba, as gays, as minas, com a rua, com as matas e com os rejeitos de mineração.


O trabalho foi lançado em Novembro de 2019 e se chama “D.A.A.T.”, sigla para “Do Afro Ao Trap” e conta com contribuições de 19 artistas, entre Brasil, Guiné Bissau e de Moçambique. A obra traz ainda feats com Djonga, DJ Spider, Paige, Ana Roberto e outros artistas; o som do instrumento musical Africano M’bira, acordes de cavaquinho, atabaques, trap, poesia, música eletrônica, funk, samba e a oralidade das comunidades ancestrais. Tudo misturado à moda brasileira de juntar aparentes opostos e fazer surgir arte, prosperidade e sentido.





Sobre o Artista

Samora N’zinga, um dos MC’s que se destaca na cena Hip Hop de Belo Horizonte é precursor do gênero musical AFROTRAP no Brasil. Com uma considerável trajetória na cena underground das Batalhas de RAP, possui livro e disco publicados. Foi idealizador do projeto “Ponte Brasil Moçambique” que realizou em 2018 uma turnê pelo sudeste da África. Ao retornar para o Brasil, trouxe um documentário e vivências que foram a base para compor seu segundo disco, o DAAT.


E a Nossa Terra Firme nesta história?

O que uma empresa de estratégia socioambiental tem a ver com representação artística? Bem, somos uma empresa que acredita na propagação da história oral como forma de realizar conversas íntimas com milhares de pessoas ao mesmo tempo. A música, e os músicos, nossos griots jovens e experientes, tem vocação especial para gerar a reflexão e despertar os sentidos para valores decoloniais.



🎧 Ouça


Moçambique Clipe Oficial - Samora N'Zinga



Baobá - Samora N'zinga



Revigora - Nauí & Samora N'Zinga (Prod. LATA1)




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Saiba Mais


Spotify: bit.ly/samoranzinga

Instagram: @samora.mc

YouTube: youtube.com/c/SamoraNzinga

Outras plataformas digitais: linktr.ee/samoranzinga





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